A indústria dos videojogos está atualmente a passar por uma das fases mais fascinantes, caóticas e imprevisíveis da sua história. Longe vão os tempos em que a chamada “guerra das consolas” se resumia a contar teraflops, medir resoluções ou discutir qual a caixa de plástico que carregava os jogos mais rápido. Hoje a verdadeira batalha é ideológica. É uma guerra de identidades, estratégias a longo prazo e acima de tudo de respeito pelo consumidor.





